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  1. Nogueira Jr. 13212432592858847584

    Eberth Vêncio, Revista Bula “Eu, que não me sento no trono de um apartamento, com a boca escancarada, cheia de dentes, esper

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    Edival Lourenço, Revista Bula “Há quem ouça a verdade ser dita pelas bocas das cacimbas, pelos ventos nas folhas de relva

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    “Diz-se que uma imagem vale mais que mil palavras, mas há palavras que mil imagens não traduzem: preconceito é uma delas (este artigo

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    Paulo Costa Lima, Terra Magazine / Blog do Paulo Costa Lima “Olhe aqui pessoal: vocês têm mesmo que morar nesse lugar sem c

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    Ronaldo Correia de Brito, Terra Magazine / Entremez
     
    Não custa nada desejar algumas melhoras para o ano de 2013. Nossos desejos movem o mundo e transformam a realidade.  Segue a minha lista. E você, já fez a sua?

    1. Que cesse a violência contra as mulheres nas ruas, em casa, nas músicas e campanhas publicitárias machistas. Que os homens possam reconhecer nas mulheres a sua porção mais delicada e feminina, respeitar e amar.

    2. Que finalmente seja aprovada a lei que proíbe campanhas publicitárias de bebidas alcoólicas. Em nome da liberdade de expressão, as empresas de publicidade, jornais, revistas, televisão e os fabricantes de bebida venceram todos os rounds da luta contra o incentivo ao consumo.

    3. Que o silêncio seja reconhecido como um direito do cidadão e os poluidores sonoros punidos. Que se controlem as armas de poder destrutivo: sons domésticos; sons de automóveis – chamados paredões; motos, bicicletas e carros fazendo propaganda nas ruas.

    4. Que as prefeituras das cidades assumam o controle sobre a poluição visual, o uso abusivo e desordenado de placas, faixas, anúncios e outdoors.”
    Artigo Completo, ::AQUI::
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    Na vizinhança do lugar onde se encontra o maior espetáculo ao ar livre do mundo, a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, ouvi algumas histórias que conto agora. Esclareço logo que escreverei as mais legíveis, porque houve algumas muito acima de impublicáveis, dignas de Boccaccio pelo espírito e humor.

    Esclareço ainda que estas linhas foram ouvidas e escutadas em solo profano, no quintal de uma casa de vila, acolhedora como a gente do povo do interior do Brasil. Pois bem, na tarde de 31 de dezembro de 2012, estávamos debaixo de uma árvore, no quintal da casa do seu Doca, um senhor bem humorado que vem a ser o personagem único dos relatos a seguir. Ali era servida uma buchada de bode,  com cachaça envelhecida, pagas pelo comerciante Alexandre Araújo, o Xande, rico em generosidade e sorte, porque é genro de seu Doca.

    Tudo era alegria, com a buchada que era um pecado mortal, quando melhorou a partir da elevação da voz de Manoel, um dos filhos de seu Doca. E Manoel fala a primeira, apontando o pai:

    “O véi um dia achou de caçar onça. Como ele é corajoso que só, foi com três cachorros, os amigos, espingardas, mas achou que dava mais coragem um latão de cachaça, que levava aberta no bolso. O diabo é que ele viu um vulto – ele garante que era a onça – passar ligeiro na sua frente, e o véi largou a espingarda, correu e pulou pro meio de uma árvore aberta em dois troncos, cheios de espinho na casca. Eu não sei como ele passou na brecha, mas quando chegou do outro lado, sentiu que a perna estava toda molhada, grudada na calça.  O que era aquilo? Aí, com pavor de ficar sem combustível pra coragem, falou pros parceiros:

    - Tomara que seja sangue”.          
    Artigo Completo, ::AQUI::

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    Eberth Vêncio, Revista Bula “De vez em quando eu morro. As noites são quase todas assim: agitadas, pegajosas, mescladas

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    Eberth Vêncio, Revista Bula “E se o louco for você, e não o resto do mundo? E se as pessoas não tivessem mais medo dos

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    Frei Betto, Adital    “Conta a Bíblia que sobre a cidade de Belém da Judeia reluziu uma estrela ao nascer Jesus. Provenient

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    Mário Augusto Jakobskind, Direto da Redação “É muito justo destinar 100% dos royalties do petróleo do pré-sal para a ed

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    “Esta e a próxima coluna pretendem discutir o último livro de Slavoj Zizek, fazendo algumas reflexões a respeito, até porque seus

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    Se a TV aberta brasileira não chegou a esse estágio, já está quase lá. Se não, vejamos. O que são essas pegadinhas promovidas pelo SBT agora? De inocentes e divertidas elas não guardam nem a sombra das feitas com humor no passado, diga-se de passagem, não tão distante.

    Primeiro, a menina que lembra um personagem de histórias de terror das mais trash possíveis, quase mata pessoas do coração no elevador. Depois, a de um caixão deixado também num elevador, de onde pula um defunto que finge acordar da morte estendendo os braços para suas vítimas que não poupam gritos de pavor.

    Mas, pior do que isso,  é o que dizem sobre isso. Que a maioria das pessoas envolvidas sabia o que iria acontecer antes e tudo, ou quase tudo,  já estava combinado, entre as “vítimas” e a produção do programa de Silvio Santos onde são apresentadas as famigeradas pegadinhas.

    Caso seja verdade, isso mostra que o absurdo vai muito além das imagens e da busca incessante pela audiência, ela chega à dignidade das pessoas que se prestam a esse papelão, o de fingir susto para divertir e fazer o papel de bobo alegre na TV do SS. Seria tudo por dinheiro ou por apenas 5 minutos de fama?

    Mas o absurdo vai envolvendo cada emissora, cada uma à sua maneira. Na Record o absurdo é a mistura dos autodenominados “bispos” da Universal posando de diretores da TV,  mandando e desmandando, mudando alguns programas de horário de repente ou acabando com outros sem explicação, mostrando que,  de televisão,  eles entendem mesmo é de passar a sacolinha.

    Como um rolo compressor,  ou se preferirem como máquina de moer gente, a direção da Record vai anunciando demissões com a maior naturalidade,  mais ou menos como fazem com seus pastores que não leêm direitinho na bíblia do Bispo Macedo. Quantos saíram por não orar na mesma sintonia do chefe?

    Recentemente, o executivo Carlos Geraldo de Oliveira foi afastado da presidência da Record Rio porque, de acordo com colunas especializadas em TV, teria batalhado para que 300 profissionais da emissora carioca não fossem demitidos,  como queria a cúpula da rede em São Paulo.

    E a Band, hein? Essa está sempre anunciando programas que acabam sem nenhuma explicação, muitas vezes nem mesmo para o próprio apresentador. Adriane Galisteu é uma das campeãs da modalidade, acaba e volta. Desde que foi contratada pela emissora do Morumbi ela estrelou pelo menos 3 programas que simplesmente desapareceram da grade em poucas semanas. A Band alega falta de audiência, mas se o público não prestigia a apresentadora em seus programas porque insistir com ela, não é verdade?

    Na Rede TV,  os problemas e os absusrdos são mais graves pois envolvem a sobrevivência de milhares de famílias.  Enquanto os funcionários vivem com seus salários atrasados e não recebem as bonificações a que têm direito, os donos desfilam pela mídia anunciando a compra de mansões e apartamentos no exterior com a cara mais cínica do mundo. Para os poderosos tudo, para o povo nada. Sempre na terra e da TV do absurdo.

    Na Globo,  os absurdos são mais discretos, mas existem também. Envoltos numa capa de bons efeitos de edição e apresentação de imagens, apresentadores vão tentando desengessar seus estilos pré-programados tentando uma naturalidade  frente às câmeras, como apresentar o telejornal com os braços debruçados sobre a bancada,  que é falsa na verdade, pois o  ranço asséptico global se sobrepõe a tudo e a todos,  comprometendo especialmente o conteúdo das informações.

    Uma pena ter que presenciar tanto BBB, (baixaria, bobagem e babaquice) na TV aberta brasileira.  Os bons profissionais  que existem em nossa TV mereciam melhor aproveitamento nessa verdadeira terra de ninguém, nesse  teatro do absurdo que não informa, irrita e deixa um gosto amargo de decepção em quem assiste.”
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